CAPELANIAS

As Capelanias constituem uma expressão do serviço religioso prestado pela comunidade cristã nas instituições em que se fazem presentes: hospitais, escolas, universidades, presídios, cemitérios, portos, aeroportos, quartéis, empresas. São a presença visível da Igreja Cristã no âmbito das instituições em que estão inseridas. Contribuem inclusive, de forma significativa, para ampliar o raio de ação da Igreja na sociedade. Visam desenvolver trabalhos de assistência religiosa e promoção humana. Ajudam a desenvolver um clima de harmonia e a elevar a qualidade no atendimento.

Fazem parte dos objetivos das Capelanias o de criar um ambiente que possibilite uma ação missionária e o de ser um espaço onde, mediante pessoas, vivências, gestos, inclusive os sacramentais, o amor de Deus seja revelado, compartilhado. A assistência religiosa / espiritual ao ser humano em seus conflitos, apreensões, dores e angústias deverá acontecer sem distinção de credo, sem pretensão proselitista ou envolvimento doutrinário. As Capelanias comprometem-se a ajudar na formação de uma linha ética que direcione os atos e os comportamentos no âmbito institucional, bem como nas relações interpessoais. Eis alguns dos princípios cristãos que regem as atividades das Capelanias:

 

  • Valorização do ser humano feito à imagem e semelhança de Deus,

  • Igualdade,

  • Construção de um clima de credibilidade entre os funcionários e reconhecimento do seu trabalho,

  • Dignidade,

  • Fraternidade,

  • Solidariedade,

  • Justiça.

 

Como pessoas que vivem da graça de Deus, os(as) capelães(ãs) são mensageiros(as) de Jesus, enviados(as) pela Igreja, encarregados(as) de levar as Boas Novas. Que haja a convicção de que o Senhor já começou a sua obra bem antes de o (a) capelão(ã) intervir.

 

Nos Serviços de Capelania tem-se a oportunidade de testemunhar a presença

sustentadora de Deus. (Josué 1:9; Salmo 23; 90; 91; Isaías 41:10).

 

No âmbito das diversas instituições em que estiverem inseridas, cabe aos Serviços de Capelania promoverem experiências comunitárias para as pessoas que lá convivem. Experiências comunitárias e terapêuticas. Recomenda-se que o(a) capelão(ã) esteja contextualizado(a) no meio social em que está inserido(a), para que não corra o risco de alienar-se em relação às pessoas que atende.

 

Nas universidades, por exemplo, há uma valorização do saber científico em detrimento de outras áreas da vida humana. Nos hospitais, costuma-se concentrar a atenção na dimensão física, esquecendo que o paciente é uma unidade pluridimensional. Uma visão holística é essencial para aqueles que desejam trabalhar com o ministério de capelania.

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