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  • Maria Luiza Rückert

Algumas estratégias para enfrentar preocupações



“O nosso principal objetivo não é ver o que se encontra vagamente a distância, mas fazer o que se acha claramente ao nosso alcance” (Thomas Carlyle).

“Feche as cortinas sobre o passado e o futuro” (Dale Carnegie).

“Lamentar uma dor passada, no presente, é criar outra dor e sofrer novamente” (William Shakespeare).

“Viva em compartimentos diários hermeticamente fechados” (Sir William Osler).

Como resolver situações aflitivas:

1. Analise sem medo e honestamente a situação, imaginando o que de pior poderia acontecer como resultado desastroso.

2. Depois de imaginar o que de pior poderia acontecer, procure aceitar as consequências, caso necessário for.

3. Daquele momento em diante, procure dedicar calmamente o seu tempo e a sua energia para remediar as piores possibilidades, que já foram aceitas mentalmente.

A preocupação destrói a nossa capacidade de concentração.

“Ficai contentes de que seja assim, porque a aceitação do que aconteceu é o primeiro passo para se vencer as consequências de qualquer infortúnio” (William James).

“Aquilo que aconteceu e não pôde ser evitado não deveria fazer sofrer” (Grande Alce, chefe dos índios Omaha).

“A verdadeira paz advém da aceitação do que nos possa acontecer de pior. Creio que, psicologicamente, isso significa libertação de energia” (Lin Yutang).

“Quando já aceitamos o pior, não nos resta mais nada para perder. Temos tudo a ganhar!” (Dale Carnegie).

“Se um homem dedicar o seu tempo em obter os fatos de maneira objetiva, imparcial, as suas preocupações usualmente se dissiparão, à luz do conhecimento” (Herbert E. Hawkes, reitor do Columbia College).

Diante de uma preocupação, devemo-nos perguntar:

1. Qual é o problema?

2. Qual é a causa do problema?

3. Quais são as soluções possíveis?

4. Qual é a melhor solução?

“Esteja sempre ocupado. A pessoa preocupada deve entregar-se à ação; do contrário, mergulhará no desespero” (Dale Carnegie).

Manter-se ocupado é uma terapia para curar aborrecimentos.

“Perguntemos a nós mesmos: Quais são as possibilidades, de acordo com a lei das probabilidades, de que aconteça isto que está me preocupando?” (Dale Carnegie).

Precisamos avaliar o custo daquilo que queremos ter ou evitar. Devemos perguntar: Quanto vale aquilo que está me preocupando? Talvez o preço seja alto demais e não compense.

“Nossa vida é o que os nossos pensamentos determinam” (Marco Aurélio, imperador romano e filósofo estóico).

“A ação parece seguir-se ao sentimento, mas, na realidade, a ação e o sentimento andam juntos – e, regulando-se a ação, que está sob o controle mais direto da vontade, podemos, indiretamente, regular o sentimento, quando este não está. Assim, o caminho voluntário e soberano para a alegria, se a sua alegria já se perdeu, é sentir-se alegre e agir como se a alegria já estivesse presente” (William James).

“O homem não é tão atingido pelo que acontece, como pela sua opinião a respeito do que acontece” (Montaigne).

“Não tenho tempo para brigas nem para lamentações; homem algum pode obrigar-me a descer tanto que possa odiá-lo” (Laurence Jones, educador negro que se livrou de linchamento).

“Não procuremos nunca desforrar-nos dos nossos inimigos, porque, se o fizermos, nos feriremos mais a nós mesmos do que a eles. Façamos o que o general Eisenhower fez: não desperdicemos um minuto sequer falando das pessoas que não nos agradam” (Dale Carnegie).

“É natural que as pessoas se esqueçam de ser gratas; assim sendo, se andarmos à espera de gratidão, estaremos, fatalmente, destinados a sofrer uma porção de aborrecimentos” (Dale Carnegie).

“Se quisermos encontrar felicidade, deixemos de pensar em gratidão ou ingratidão, e passemos a doar movidos pela alegria íntima de doar” (Dale Carnegie).

“Lembremo-nos de que a gratidão é algo que se ‘cultiva’; se quisermos, pois, que os nossos filhos sejam gratos, devemos ensinar-lhes a cultivar a gratidão” (Dale Carnegie).

“Procure encontrar-se e ser você mesmo: lembre-se de que não há ninguém mais na terra como você” (Dale Carnegie).

“Comparados ao que poderíamos ser, estamos apenas meio despertos. Estamos fazendo apenas uso de uma pequena parte dos nossos recursos físicos e mentais. Falando de um modo geral, a criatura humana está vivendo, assim, muito aquém dos seus limites. Possui diversos poderes que, habitualmente, deixa de usar” (William James).

“Fazer o bem aos outros não é um dever – é uma alegria, pois nos melhora a saúde e aumenta a felicidade” (Zoroastro).

“Quando você é bom para os outros, é melhor para com você mesmo” (Benjamim Franklin).

“A fé é uma das forças pelas quais os homens vivem, a sua ausência total significa colapso” (William James).

“As ondas turbulentas da superfície agitada deixam imperturbáveis as partes profundas do oceano – e, àquele que se firma em realidades mais vastas e permanentes, as vicissitudes do momento, do seu destino pessoal, parecem coisas relativamente insignificantes. A pessoa realmente religiosa é pois, imperturbável e cheia de equanimidade, achando-se sempre pronta para qualquer dever que o momento possa trazer-lhe” (William James).

A crítica injusta é muitas vezes um elogio disfarçado. Ninguém chuta um cão morto.

“Aja da melhor maneira que puder; depois, abra o seu velho guarda-chuva e evite que a tempestade de críticas lhe escorra pelo pescoço” (Dale Carnegie).

“Descanse antes de ficar cansado” (Dale Carnegie).

Faça as atividades com entusiasmo.

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